Sobre

Nascida em Ramos (subúrbio do Rio de Janeiro), e frequentadora do tradicionalíssimo bloco Cacique de Ramos desde a infância, Simone Lial carrega a música no sangue: é neta e bisneta de músicos. Sua mãe, Mary Lial, aos 14 anos cantava o repertório de Angela Maria nas rodas de violeiros, em Brás de Pina, também no subúrbio carioca.

A menina criada entre blocos e serestas cresceu e aos 20 e poucos anos, já se apresentava pela primeira vez no Arco da Velha, uma casa de samba na Lapa. Em 1998, montou o grupo Goiabada Cascão, corresponsável pelo processo de revitalização do bairro boêmio e reintegração do samba à cena musical.

Muitos trabalhos vieram em seguida com outras formações e participações, em casas conceituadas no circuito carioca, como o Circo Voador, Studio RJ, Trapiche Gamboa, Teatro Odisseia, Centro Cultural Carioca (CCC), Rio Scenarium e SESC.

Em 2013 lançou seu primeiro disco solo “O Amor daqui de casa”.

A cantora também participou do CD “É Batata!”, lançado pela CCC Discos, do grupo Tio Samba (do qual Simone era integrante), em homenagem a Carmem Miranda.

No álbum atual, E toda dor que sofri será canção, todo inédito, Simone Lial passeia pelo samba evidenciando as possibilidades do antigo samba suburbano.

Agenda

AGUARDEM - Show de Lançamento do Novo Disco - Em Dezembro

Lançamento do disco "E toda dor que sofri será canção" no Rio de Janeiro, em breve mais informações

Imprensa

Ouça a música Dor Demais, do disco "E Toda Dor Que Sofri Será Canção"

Ouça a música Dor Demais e outras do disco "E Toda Dor Que Sofri Será Canção"

youtube.com/simonelial

Simone Lial por Sidney Rezende

“O CD possui doze músicas de Maurício Maturo e Leo Maturo, e conta com um ar de sofisticação que somente uma mulher escancaradamente suburbana esbanja. As canções contam com instrumentos
variados, desde repique e pandeiro até baixo e acordeon.”

Simone Lial por João Cavalcanti

“De que será feito o samba, afinal? Da dor da diáspora ou do regozijo da liberdade? Do pedestal em que lhe colocam ou das ruas onde se encontra? Do que de si é preservado ou do quanto de si é absorvido? Eu prefiro crer que é feito de tudo isso, o samba, e de muito mais. E, a julgar pelo que se ouve em “E Toda Dor que Sofri Será Canção”, não sou só eu.
Simone Lial é uma espécie de síntese conciliatória de todos esses sambas que são um só. Nesse disco, através de doze canções de Maurício Maturo e Leo Maturo, deflagra-se escancaradamente suburbana e - talvez até por isso - irremediavelmente sofisticada. A fluidez e a malandragem do seu canto, curtido nos bailes que lhe são bagagem, põem-se a serviço de uma estética de resistência:
enquanto agonizava no mainstream, não era na fidalguia dos salões que o samba tinha abrigo, mas nos fundos dos quintais. E os ecos da revolução estética dos longínquos anos 80 ainda
ressoam hoje. O repique é de mão, o pandeiro é de nylon. O banjo é percussão, acredite. Mas, por outro lado, o violão é de 7 cordas, o baixo é acústico e o acordeon é a cereja do bolo. É um regionalsuburbano sim, que deixa uma cama confortável para Simone desfilar sua penca de samba. Ou seria pagode? Ou seria o delicioso conflito
da bossa nova harmônica dos apartamentos da Zona Sul com a nova bossa percussiva dos terreiros da Zona Norte? Para nossa sorte é tudo isso - e muito mais.”

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